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“Parir e nascer sem violência” é tema de discussão na CLDF

O parto humanizado foi tema de audiência pública, nesta segunda-feira, na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

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Parlamentares, representantes da sociedade civil, gestores e profissionais de saúde debateram ações de assistência à mulher, em especial no momento do parto.  


“Esse tema precisa estar sempre em pauta, pois é importante que as mulheres conheçam cada vez mais o seu direito ao parto humanizado. É preciso incentivar a discussão e o estudo entre as profissionais para que as práticas sejam sempre baseadas em evidências científicas”, destaca a chefe da Assessoria de Redes de Atenção à Saúde, Camila Gaspar.


A audiência “Parir e nascer sem violência” abordou, além da humanização do parto, as formas de enfrentamento da violência no pré-natal, pós-parto e o fortalecimento dos serviços de saúde.


A deputada Júlia Lucy (Novo) citou que os bebês que nascem em partos humanizados recebem os melhores índices de Apgar, teste que avalia a vitalidade do recém-nascido. Ao destacar a excelente avaliação da Casa de Parto de São Sebastião, que adota o parto humanizado, a parlamentar disse que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, prometeu-lhe concluir a construção das casas de parto em Ceilândia, no Gama e na Asa Sul. "Vamos batalhar pelas casas de parto e continuar pressionando", afirmou. Lucy, que está à frente da Promotoria da Mulher da Câmara Legislativa do Distrito Federal, criticou a intervenção do Estado no corpo da mulher em contraponto à autonomia "para parir como quiser". 

Melhorias

De acordo com a gestora, a Secretaria de Saúde tem buscado, cotidianamente, melhorar a assistência às mulheres em trabalho de parto. “Várias ações vêm sendo realizadas com o objetivo de facilitar uma assistência mais humanizada possível, como a capacitação dos servidores nas boas práticas de parto e as reformas estruturais para adaptar as instalações”, acrescenta.

Os resultados dessas ações são perceptíveis nos atendimentos no Distrito Federal, conforme ressalta a gerente de Serviços de Enfermagem, Obstetrícia e Neonatal, Gabrielle Medeiros, que pontuou algumas dessas boas práticas. São elas: o contato pele a pele, clampeamento (corte) oportuno do cordão, uso das posições verticalizadas durante o trabalho do parto e no parto, a dieta livre durante o trabalho de parto e a diminuição do corte do períneo posterior para facilitar o nascimento.


“É bom que se discuta tudo o que vem amparar a mulher. O parto natural humanizado é mais saudável, a recuperação é mais rápida e os filhos nascem mais saudáveis. Os profissionais, dessa forma, podem ajudar mais as mães”, conclui a técnica de enfermagem Maria Helena Borges.


*Com informações da CDLF e da Agência Brasília

 

 

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